Não, sujeito indeterminado e oração sem sujeito não são a mesma coisa.
O sujeito indeterminado existe, embora não esteja explícito na sentença. Já em uma oração sem sujeito, ele não existe.
Por exemplo:
- Chove muito.
- Faz dois anos desde o dia em que nos conhecemos.
Esses são exemplos de orações sem sujeito, pois o conteúdo dos verbos impessoais “chover” e “fazer” não pode ser atribuído a ninguém.
- Disseram que o preço da passagem aumentou.
- Precisa-se de funcionários.
Já nesses exemplos, embora o sujeito não esteja expresso, ele existe. Ou seja, existe alguém que disse que “o preço da passagem aumentou” e existe alguém (ou alguma empresa) que “precisa de funcionários”.
Se você estiver estudando sobre os tipos de sujeito, peça para o Chat IA gratuito do QuillBot montar um cronograma para estruturar seus objetivos.
Read this FAQ: Sujeito indeterminado e oração sem sujeito são a mesma coisa?
Não, oração sem sujeito e sujeito oculto não são a mesma coisa.
Em ambos os casos, o sujeito não aparece expresso na sentença, mas:
- Em uma oração sem sujeito, o sujeito não existe (é também chamado de sujeito inexistente).
- Em uma oração com sujeito oculto, o sujeito não está explícito, mas pode ser recuperado pelo contexto ou pela desinência verbal.
Por exemplo:
- Há duas almofadas no sofá.
- Amanheceu.
Esses são exemplos de orações sem sujeito, ou com sujeito inexistente, pois são formadas a partir de verbos impessoais.
- Pintei o muro de azul.
- João acordou e desligou o despertador.
Esses são exemplos de sentenças com sujeito oculto. No primeiro, o sujeito de “pintar” é identificado pela flexão do verbo em 1ª pessoa do singular (ou seja, o sujeito é “eu”). No segundo exemplo, o sujeito do verbo “desligar” é o mesmo de “acordar” na sentença anterior (“João”).
Se você estiver estudando sobre os tipos de sujeito, peça para o Chat IA gratuito do QuillBot montar um cronograma para estruturar seus objetivos.
Read this FAQ: Oração sem sujeito e sujeito oculto são a mesma coisa?
Nas estruturas interrogativas de causa do inglês, “por que” (separado) é equivalente à forma “why” e ocorre, em geral, nos mesmos contextos.
Por exemplo:
- Por que você perdeu o início da aula?
- Why did you miss the beginning of class?
- Gostaria de saber por que você perdeu o início da aula.
- I would like to know why you missed the beginning of class.
- Esta é a razão por que eu perdi o início da aula.
- This is the reason why I missed the beginning of class.
- Você perdeu o início da aula e eu não sei por quê.
- You missed the beginning of class and I don’t know why.
Já “porque” (junto e sem acento) tem o mesmo significado de “because” e é usado, em geral, nos mesmos contextos.
Por exemplo:
- Eu perdi o início da aula porque perdi o ônibus.
- I missed the beginning of class because I missed the bus.
Se na hora de escrever você estiver em dúvida com relação ao uso dos porquês em inglês, use o tradutor gratuito do QuillBot
Read this FAQ: Como se diz porque ou por que em inglês?
Tanto descubra por que quanto descubra porque estão corretos, mas têm significados diferentes.
- Descubra, porque eu não vou ajudar você!
Nesse exemplo, “porque eu não vou ajudar você” serve de explicação para a sentença anterior, “descubra”. A oração pode ser parafraseada por:
- Como eu não vou poder ajudar você, terá que descobrir sozinho.
A outra opção também é possível:
- Descubra por que essa série faz tanto sucesso.
Mas, aqui, “por que essa série faz tanto sucesso” é o que deve ser descoberto. Essa sentença pode ser parafraseada por:
- Descubra por que motivo essa série faz tanto sucesso.
Entendeu a regra, mas não tem certeza se aplicou direitinho? O corretor de texto do QuillBot revisa o seu texto e aponta o que precisa de ajuste.
Read this FAQ: Descubra porque ou por que: qual é o correto?
Tanto não sei porque quanto não sei por que estão corretos, mas têm significados diferentes.
Nesse exemplo, “porque não estudei” serve de explicação para a sentença anterior, “não sei”. Ou seja, eu não ter estudado é o motivo de eu não saber.
- Não sei por que não estudei.
Já nesse exemplo, “por que não estudei” é o complemento do verbo “saber”. Ou seja, eu não sei por que motivo eu não estudei.
Quando ocorre no final da sentença, a única opção possível é “por quê”. Escreve-se separado, pois é sinônimo de “por que motivo” e com acento por vir no final da sentença.
Entendeu a regra, mas não tem certeza se aplicou direitinho? O corretor de texto do QuillBot revisa o seu texto e aponta o que precisa de ajuste.
Read this FAQ: Não sei porque ou por que: qual é o correto?
O termo correto é predicativo do sujeito, não predicado do sujeito.
Predicativo do sujeito é o termo que atribui uma característica ao sujeito por intermédio de um verbo de ligação.
Por exemplo:
Nessa sentença, “triste” é o predicativo do sujeito.
Se você tiver outras dúvidas sobre conceitos gramaticais, como predicado e predicativo do sujeito, pergunte ao Chat IA gratuito do QuillBot.
Read this FAQ: É predicado do sujeito ou predicativo do sujeito?
O predicado verbo-nominal é a estrutura em que o predicativo do objeto está inserido.
O predicado verbo-nominal é composto por dois núcleos: um verbo e uma expressão nominal. Ele pode ter as seguintes estruturas:
Exemplo: Ela leu o livro emocionada.
- Verbo transitivo + expressão nominal (predicativo do objeto)
Exemplo: Eles esperavam um resultado favorável.
Exemplo: Felipe chegou exausto.
O predicativo do objeto é um dos núcleos possíveis do predicado verbo-nominal.
Se você quiser estudar mais sobre o predicativo do objeto, use o gerador de texto IA do QuillBot para criar frases e identificar as estruturas na prática.
Read this FAQ: Qual é a relação entre predicativo do objeto e predicado verbo-nominal?
A forma correta é predicado verbo-nominal, com hífen.
O uso do hífen ocorre porque “verbo-nominal” é um adjetivo composto em que os elementos constituem uma unidade de significado, enquanto cada um mantém seu acento próprio.
O termo predicado verbo nominal não está correto.
Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de hífen, use o corretor de texto gratuito do QuillBot.
Read this FAQ: O correto é predicado verbo nominal ou predicado verbo-nominal?
O verbo de ligação é o elo entre o sujeito e o predicativo do sujeito em um predicado nominal.
Por exemplo:
Nessa sentença, “médica” é o predicativo do sujeito, que modifica “Helena” por intermédio do verbo de ligação “ser”.
- O futuro parece incerto.
- Ele está triste.
- Elas tornaram-se grandes atletas.
- O portão permaneceu fechado.
- Os preços continuam muito altos.
Se conceitos gramaticais como predicativo do sujeito ainda parecem difíceis de compreender, converse com o Chat IA do QuillBot e tire suas dúvidas.
Read this FAQ: Qual é a relação entre verbo de ligação e predicativo do sujeito?
Estas são algumas frases com sujeito composto:
- Você e ele precisam conversar.
- Nem o computador nem o celular estavam funcionando.
- Os pais, os alunos e os professores devem estar presentes.
- Helena ou Juliana vai ganhar a olimpíada de matemática.
- É evidente que você estuda e que se dedica.
- Agrada Maria que ele chegue cedo e prepare o café.
- Eu e Pedro gostamos de jogar futebol.
- Estudar durante o dia e trabalhar durante a noite é exaustivo.
Em alguns casos, a concordância de plural com o sujeito composto pode ser facultativa. Para não errar, use o corretor de texto gratuito do QuillBot.
Read this FAQ: Quais são algumas frases com sujeito composto?